As mulheres sagitarianas
São abnegadas e bacanas
Mas não lhe venham com grossuras
Nem injustiças ou censuras
Porque ela custa mas se esquenta
E pode ser muito violenta.
Ai, o homem que se cuide…
- Também, quem gosta de censura!
Vinícius de Moraes
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Help! I need...
Hoje me sinto velha… literalmente idosa!!!
Sinto uma imensa saudade de uma época que eu nem vivi... os psicodélicos anos 70. Época onde os jovens sonhavam com a era de aquário. Jovens que, imaginavam com a chegada dessa fase, seres humanos supostamente mais evoluídos. Imaginavam que os muros das desigualdades e diferenças tivessem enfim ido ao chão. Aqueles jovens sonhavam também com um mundo sem guerra, onde os povos praticassem intercâmbio cultural constante e as pessoas se amassem incondicionalmente, independente de raça, gênero, idade ou condição social. Lamento que esses jovens dos anos 70, presenciem hoje a degradação social que praticam os nossos jovens.
Peço desculpas pela minha incapacidade de educar essa nova geração que se apresenta. Crianças que diariamente despejam um racismo aguçado e uma agressividade impensável para os padrões humanos pensados há 30 anos.
Quando assistimos a intolerância de “jovens bárbaros pós-modernos” numa universidade, que deveria abrigar, aceitar e divulgar a comunhão entre as diversidades, ficamos não só envergonhados de ser parte dessa contemporaneidade social, mas também amedrontados com o que virá por aí.
A intolerância com o que é diferente, a incapacidade de aceitação de tudo o que sai de sua área de conforto, a arrogância de achar que o mundo funciona em benefício próprio e a prostração frente a desafios saudáveis, tornam o jovem de hoje uma realidade tão diferente de tudo o que as passadas gerações lutaram e sonharam para esse milênio, que causa não só frustração, mas uma reflexão de onde se colocou o erro.
Não quero que minha desilusão pedagógica contamine essa reflexão, mas é óbvio que a maioria dos jovens de hoje, não utilizam tudo de maravilhoso que essa nova era nos oferece. A informação imediata, o mundo sem fronteiras culturais, a progressão tecnológica e científica, a oferta de um ensino de qualidade possível e acessível para quem se esforça, a oportunidade de obter em segundos cultura do mundo inteiro em tempo real. Tudo tão perto e tão longe. Longe do entendimento do que tudo isso significa, longe da compreensão do bem e do mal, longe da coletividade e dos sentimentos saudáveis.
Permissividade demais? Negligência demais? Liberdade sem responsabilidade? Não tenho essa resposta.
Vale aqui uma ressalva aos jovens que não se encaixam nessa descrição e honram todas as manifestações e sangue derramado em prol dessa suposta modernidade democrática.
Peço que aqueles jovens sonhadores dos anos 70, que possuíam o hábito de praticar e assimilar arte, seja em forma de música, teatro, dança ou outro tipo de expressividade artística, não leiam mais os jornais, não vejam mais os noticiários, nem acessem a internet como veículo de informação. Só assim eles poderão manter viva a imagem da tão sonhada era de aquário que imaginaram no passado.
Sinto uma imensa saudade de uma época que eu nem vivi... os psicodélicos anos 70. Época onde os jovens sonhavam com a era de aquário. Jovens que, imaginavam com a chegada dessa fase, seres humanos supostamente mais evoluídos. Imaginavam que os muros das desigualdades e diferenças tivessem enfim ido ao chão. Aqueles jovens sonhavam também com um mundo sem guerra, onde os povos praticassem intercâmbio cultural constante e as pessoas se amassem incondicionalmente, independente de raça, gênero, idade ou condição social. Lamento que esses jovens dos anos 70, presenciem hoje a degradação social que praticam os nossos jovens.
Peço desculpas pela minha incapacidade de educar essa nova geração que se apresenta. Crianças que diariamente despejam um racismo aguçado e uma agressividade impensável para os padrões humanos pensados há 30 anos.
Quando assistimos a intolerância de “jovens bárbaros pós-modernos” numa universidade, que deveria abrigar, aceitar e divulgar a comunhão entre as diversidades, ficamos não só envergonhados de ser parte dessa contemporaneidade social, mas também amedrontados com o que virá por aí.
A intolerância com o que é diferente, a incapacidade de aceitação de tudo o que sai de sua área de conforto, a arrogância de achar que o mundo funciona em benefício próprio e a prostração frente a desafios saudáveis, tornam o jovem de hoje uma realidade tão diferente de tudo o que as passadas gerações lutaram e sonharam para esse milênio, que causa não só frustração, mas uma reflexão de onde se colocou o erro.
Não quero que minha desilusão pedagógica contamine essa reflexão, mas é óbvio que a maioria dos jovens de hoje, não utilizam tudo de maravilhoso que essa nova era nos oferece. A informação imediata, o mundo sem fronteiras culturais, a progressão tecnológica e científica, a oferta de um ensino de qualidade possível e acessível para quem se esforça, a oportunidade de obter em segundos cultura do mundo inteiro em tempo real. Tudo tão perto e tão longe. Longe do entendimento do que tudo isso significa, longe da compreensão do bem e do mal, longe da coletividade e dos sentimentos saudáveis.
Permissividade demais? Negligência demais? Liberdade sem responsabilidade? Não tenho essa resposta.
Vale aqui uma ressalva aos jovens que não se encaixam nessa descrição e honram todas as manifestações e sangue derramado em prol dessa suposta modernidade democrática.
Peço que aqueles jovens sonhadores dos anos 70, que possuíam o hábito de praticar e assimilar arte, seja em forma de música, teatro, dança ou outro tipo de expressividade artística, não leiam mais os jornais, não vejam mais os noticiários, nem acessem a internet como veículo de informação. Só assim eles poderão manter viva a imagem da tão sonhada era de aquário que imaginaram no passado.
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